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Jornal do Commércio
 
 

 
 

Jornal do Commércio - 28 de outubro de 2004

PESQUISA Políticas de motivação incluem descentralização de poder

Funcionário satisfeito, empresa mais produtiva


Vinicius Neder

Parece óbvio, mas nem sempre as empresas percebem que a satisfa­ção dos funcionários influencia diretamente nos resultados da companhia. Pesquisa de opinião feita pela consultoria Financial Center ouviu 694 profissionais de diversos depar­tamentos e concluiu que políticas para melhorar o clima organizacional - satisfa­ção e entrosamento dos funcionários - são essenciais para o sucesso da empresa.

Do total de respondentes, 88,2% con­cordam totalmente ou em grande parte que a satisfação impacta diretamente a produtividade da companhia. Manter um bom ambiente de trabalho, portanto, de­ve fazer parte do planejamento estratégi­co das companhias. A cesta de benefícios, no entanto, não garante a satisfação dos funcionários. Segundo Susan Sabir, diretora da FinancialCenter, é preciso envol­ver os empregados.

As empresas brasileiras têm muito o que aprofundar em termos de clima orga­nizacional. Falta coragem para envolver os funcionários no planejamento voltado para o aumento da satisfação e, consequentemente, dos resultados - explica Susan.

Frederico Boabaid, gerente corporativo de Gente e Gestão da AmBev, concorda que haja relação direta entre satisfação dos funcionários e bons resultados. "A al­ma é o segredo do negócio", sentencia o executivo. Segundo ele, pesquisas mos­tram que, quando os empregados gostam e têm orgulho do que fazem (e da empre­sa), as pessoas trabalham mais felizes e produzem mais.

- Quando se desenvolve o sentimento de camaradagem entre colegas de traba­lho, as pessoas trabalham mais felizes e tornam-se mais produtivas - explica Boa­baid. Na AmBev, são realizadas pesquisas para verificar tanto o clima organizacio­nal quanto a identificação dos emprega­dos com a cultura da empresa.

Segundo Boabaid, os resultados das pesquisas servem para alinhar os anseios dos funcionários. Para manter o ambien­te de trabalho com um clima bom, a Am­Bev estimula o desenvolvimento de lide­ranças. "O responsável pela qualidade do clima organizacional em determinada área sempre é seu líder. Eles devem ser

conscientes da importância de manter as pessoas permanentemente informadas, comprometidas e motivadas", completa.

Rômulo Veras, superintendente de Re­cursos Humanos (RH) da Subsea 7, empre­sa do setor petrolífero, concorda que o investimento nas lideranças é fundamental. "Mas não basta o envolvimento de geren­tes e supervisores. O CEO precisa se com­prometer com a qualidade do clima organizacional", opina Veras. A satisfação dos empregados, portanto, deve fazer parte do planejamento estratégico das empresas.

- O clima organizacional serve como termômetro para avaliar a capacidade de a empresa atingir as metas - sentencia o executivo. Na Subsea 7, além das pesquisas de opinião são organizados grupos de focos com o empregados, para envolvê-los nos processos de melhoria. "Assim, os empregados também se comprometem com os resultados", completa Veras.

Na Avon, que tem 4,3 mil funcionários, reclamações e sugestões para melhoria de relacionamento e processos de gestão também são discutidas em encontros,

com periodicidade semestral ou anual. Uma vez por ano, cada unidade tem um encontro com o presidente da companhia. Com freqüência semestral, ocorrem os encontros por área. Nestes, vice-presidente e diretores ouvem, sem interme­diários, a base da pirâmide.

As sugestões são ouvidas. Depois, com a participação das lideranças de equipes, montamos planos de ação - explica Carla Marques, gerente de desenvolvimento organizacional da Avon.

A professora de gestão de pessoas Ma­ria Zélia de Almeida Souza, do Ibmec/RJ, concorda que a gestão participativa se reflete em melhores resultados para as companhias. "Há aumento de competitividade", explica Maria Zélia.

A descentralização do poder na empre­sa contribui para melhorar o ambiente de trabalho. "A gestão participativa implica em envolver os empregados nos processos decisórios. Uma vez envolvidos nas decisões, eles se comprometem mais intensamente com os resultados", afirma a professora.

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